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Colônias Polonesas
Campo Largo e Campo Magro

Igreja - Colônia Dom Pedro II
Capela Colônia Figueiredo
Capela São Miguel
Museu da Etnia Polonesa
Cruz - 1901

 

Colônia Dom Pedro II

       Localiza-se no Município de Campo Largo (PR). Foi fundada em 1876 para abrigar imigrantes europeus e poloneses durante o Governo da Província do Paraná, Adholpo Lamenha Lins (1875 –1878). Os imigrantes chegaram ao Paraná para as várias Colônias da região de Curitiba. Em 1876 se estabeleceram na Colônia Dom Pedro II e nas demais colônias, Figueiredo, Rodrigues e seu entorno. Sua estruturação iniciou com  a exploração da agricultura e construção das casas de madeira. Em 1908 surgiu a 1ª escola étnica com Freiras da Polônia e em 25 de março de 1933 foi construída a 1ª capela e a nova capela de alvenaria Nossa Senhora da Anunciação surgiu em 1950. A atual Igreja inaugurada em 1980 em "Formato de Navio" é uma homenagem aos imigrantes poloneses. Coordenada pelos Vicentinos, realizam eventos religiosos e festivos. Na região habitam poloneses e de outras nacionalidades, sua base econômica é a agricultura, orgânicos, agronegócio, profissionais liberais, empregados e outras atividades econômicas (Livro Tombo, 1875). 

  

Museu da Etnia Polonesa

         O Museu: Centro Histórico e Cultural Polska, integra a Paróquia Nossa Senhora da Anunciação da Colônia Dom Pedro II. Foi instituído em 2000 e se compõe pelo conjunto de "Casas de Troncos - 1875/1876" que formam a Casa de Cultura e a Escola. Essas casas pertenciam aos primeiros imigrantes da região. Passaram em herança para várias famílias e doadas para Paróquia. O Museu foi um projeto coordenado pelo Pe. José C. Fonsatti e parceria da Comunidade,  do IPUC/Curitiba; da Prefeitura de Campo Largo/Cocel e a Prefeitura de Campo Magro. Seu acervo é de objetos e documentos históricos doados pela comunidade, constitui no patrimônio material e imaterial da etnia polonesa (Fonsatti,J.C.2000). Este Museu é um espaço histórico-cultural aberto aos turistas, escolas, professores, pesquisadores e ao público em geral. Atende em dias de Festas da Igreja ou sob agendamento.

      Contato da  Paróquia: (41) 3649-1462  ou  (41) 7402-2235.

Colônia Figueiredo

       Localiza-se no Município de Campo Largo (PR), resultou da colonização polonesa da região. Teve sua origem na localidade da Campina - Campo Largo, onde em 1919 foi construída a 1ª capela católica de madeira, nas terras do Sr. Marron, (Paróquia N. S. da Piedade) a qual foi transferida em 1959 ao local atual. Em 8 de setembro de 1969 foi inaugurada a Capela Nossa Senhora da Luz que resultou do apoio da comunidade e a doação do terreno por Floriano Kmiecik e Luiz Kula, a construção sob a coordenação do Pe. José Alberto Rogacheski. Realizam eventos religiosos e festivos. Na região habitam poloneses e de outras nacionalidades. Sua base econômica é a agricultura, orgânicos, chás medicinais, produção de flores, orquídeas, vinho artesanal, profissionais liberais e outras atividades econômicas (Ronkowski J.2018).

 

Cruzes das Colonias 

     As Cruzes nas Colônias se originaram dos costumes dos poloneses no período da imigração. Entre o final do século XIX não havia capelas ou igrejas, as famílias praticavam sua fé diante dos Cruzeiros, construídos nas estradas das Colônias. A primeira Cruz da Imigração Polonesa surgiu em 24 de abril de 1901 pelos imigrantes na região da Colônia Dom Pedro II, com a réplica no Museu. Atualmente nas Colônias polonesas existem algumas cruzes mantidas pelas famílias da região (Livro Tombo da Paróquia, 1875).  

  Referencia e texto - Link:  CT_PPGTE_M_Sikora, Mafalda Ales_2014.pdf

Colônia Rodrigues

         Localizada no Município de Campo Magro, resultou da Colonização desde 1876, com a imigração polonesa na região. Originou-se da Fazenda do Senhor Rodrigues, no Núcleo da Colônia Butiatuva. Atualmente esta ao lado do Jardim Bom Pastor. Em 5 de setembro de 1976 foi inaugurada a Capela católica de São Miguel Arcanjo e São Justino de Jacobis, construída sob a coordenação do Pe. Wendelin Swiercek (Paróquia da Colônia Dom Pedro II), nas terras doadas por por Luís Ales e João Biernaski (Subr.) e do apoio da comunidade com doação do material de construção. Realizam celebrações religiosas e festivas. Habitam na região famílias polonesas e de outras nacionalidades, cuja base econômica se sustenta pela agricultura tradicional, orgânicos, agronegócio, marcenarias e outras atividades econômicas (Sikora, Mafalda Ales 2014). 

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